terça-feira, 18 de agosto de 2009

É um pássaro? É um avião? Não, é Usain Bolt!

O que falar de um ser humano como esse? Um homem com quase 2 metros de altura e uma velocidade fora do comum. Esta semana vimos em todos os cadernos de esportes, programas de TV, sites e comentários alheios nas ruas sobre um só homem, e não estou falando de José Sarney e, sim, do jamaicano e dono do novo recorde mundial nos 100m livres (9s58), Usain Bolt.

Uma pessoa que chegou a ser comparada com um foguete, uma bala e, até mesmo, de outro planeta, tem que se respeitar. Mesmo não estando 100% em sua forma física, Bolt deixou todos competidores comendo poeira e assegurou mais um recorde mundial para sua carreira.

Não quero dar uma de repórter, mas vou dar um pitaco como telespectador e publicitário. Quem trabalha com publicidade (em especial), sabe dos prazos e os anseios que nos cercam no dia a dia e o que temos que fazer para superá-los. Podemos usar um pouquinho da nossa experiência de vida para absorver um pouco da tranqüilidade e senso de humor que o homem mais rápido do mundo mostrou durante o campeonato mundial. Mesmo com suas vastas obrigações a serem compridas e um campeonato para vencer, o medalhista manteve o bom humor e o carisma perante todos.

Gostaria que na nossa profissão esse bom humor fosse mais freqüente. Eu sei que não da para levar a vida tanto na brincadeira, mas da para por um pouco mais de brincadeira na vida. É isso que faz dele, Usain Bolt, um campeão: determinação e senso humor, tudo o que precisamos para vencer.

O bom humor já mostrou para o mundo que abre portas, abre sorrisos e ganha medalhas, né, Bolt?

Parabéns para o “homem-foguete” que sabe transbordar carisma dentro e fora das pistas.



“Sorria mesmo se você não estiver sendo filmado”


[BEYComm 100m livres]

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Paixões diárias

Vamos começar novamente esta conversa. Mas, que conversa? Aquela de sempre. De sempre? Do que está falando? Aquela, quando sento na sua frente e você nunca tem nada a dizer e, no final, sempre começo e termino. Sempre através de muitas palavras, seguidas umas das outras, mas sempre belas palavras. Vou admitir, estou mentindo quando digo que são "belas palavras", mas qual homem não mente? Até o mais sincero deles, já mentiu um dia. Hm. O caso aqui não é o prêmio do mais sincero e, sim, o do mais “sei-lá-o-que”. Sempre te preencho com carinho e atenção. Às vezes, sem muita atenção, é verdade. Pô, dá um desconto. Tenho muita pressa na hora que estamos conversando, por isso. Coisas boas são espontâneas, você sabe. Podemos considerar que as mais espontâneas são aquelas feitas em um curto espaço de tempo? Estamos falando do que? Está me confundindo. Estou tentando te enrolar até este texto acabar. Pois bem, você está conseguindo. Sabia que era essa mesmo a intenção. Está vendo, estou sendo sincero até agora. Então, isso significa que sei me virar bem em pouco tempo e sou bom sobre pressão, é isso? Não! Se fosse, não precisaria escrever tanto e nessa velocidade.É, isso é verdade. Mas tudo bem. Já se passaram algumas linhas e você continua me dando bola, ou melhor, espaço em branco.

Já que você não quer ser ocupada, acho melhor parar por aqui, se não, vão achar que te troquei por um pedaço de folha toda rabiscada. Gosto de você como antes, como sempre, como branca. Assim, posso abusar de você. Está entendendo? Não. É, então, nem eu. Vamos parar por aqui. É, já chega. Te vejo na próxima folha em branco. Ou, não.

“[Shit+Page Up+Backspace]”
Sábio dos atalhos.


[BEYComm elas]

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Vivendo e ... vivendo.

Acordei um dia querendo uma vida nova. Mas não aquela vida que todos querem viver, ou viverem por mim. Queria viver a minha vida nova. Admito que demorei um pouco para correr atrás dela. Sabe como é, né? Tem os prós, os contras, seguidos daquele medo do “novo”. Aí, começaram a passar as horas, os dias, as semanas e até uns meses, e eu ainda não tinha me mexido na direção dessa vida que eu tanto queria. Talvez fosse momento, talvez não fosse nada, talvez não fosse. Mas eu sabia que era!

Um sonho pode parecer tão distante quando não depende só de você. Mas, não é não. Ele está logo ali, logo aí. É uma questão de dar a cara a tapa, de mover montanhas por ele. Sonho não é só aquilo que acontece quando está dormindo. Aqui, estamos falando de transformar seus medos em realidades, em suas vontades.

Pode parecer meio complicado, mas não é. Esse texto é complicado, seu desejo não.
Ser um sonhador é bem difícil quando não se tem asas. A imaginação está aí para suprimir essa falta. É só juntar sua “vontade-de-querer” com uma pitada de imaginação e veja no que vai dar.

A minha já rendeu alguma coisa. Estou conseguindo dormir melhor, pensar melhor, viver melhor. Viver sem temer. Viver e aprender. Viver e escrever. Viver e esclarecer. Viver e entender.
Viver e surpreender.

Agora, me diga: Se viver não fosse tão bom, não rimaria com tanta coisa boa, não acha?

Tente viver um pouco mais depois deste texto.



“Dormir mal, faz mal”
Anônimo e muito sábio.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Copywriter e Textos Bons

Como deve ser o texto publicitário?

Curto? Extenso? Direto? Persuasivo?

Primeiro: A principal função do texto publicitário é vender. (Pode haver outros casos, como imagem de marca etc, porém a finalidade, mesmo que indiretamente, é vender os produtos). Somos vendedores.

Segundo: Não vejo muitas regras quanto ao tamanho dos textos, isso dependerá de target, do meio em que será veiculado, etc. Há diversos anúncios geniais com textos grandes e curtos.

Quanto aos textos extensos devem ser envolventes, assim será lido por completo. É preciso também ser direto. Ninguém gosta de textos redundantes.

Ninguém lê anúncios para divertir-se.

É preciso cada vez mais estar atento aos hábitos dos nossos consumidores, uma vez que, os anúncios são para eles. Precisamos colocar a informação que eles desejam, que fará com que vão à compra.

Bom cada caso é um caso. Apenas falei um pouco de redação para mostrar esses anúncios do Ford Fusion, feitos pela JWT.

Textos grandes, envolventes, diretos, persuasivos.

Achei muito boa a redação. Vejam o que acham.


(Clique nas imagens para ampliá-las. Imagens retiradas do site www.putasacada.com.br)


Termino com uma frase do livro “Ciência da propaganda” de Claude Hopkins, escrito em 1923. Em breve terá um post para este livro.

“O erro de um vendedor pode custar pouco. Um erro de propaganda pode custar mil vezes mais.” Claude Hopkins , A Ciência da propaganda

[BEYComm textos bons!]

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Obrigado, São Jorge

O jogo mais esperado para a torcida corintiana aconteceu ontem no Beira Rio: Internacional VS Corinthians. Não tenho muito que falar do jogo. Foi desleal. Nem os mais corintianos esperavam aquele placar logo no primeiro tempo. Mesmo tomando dois sustos no final, deu tudo certo.

Não estou aqui para falar do jogo, e sim, do marketing institucional do Corinthians após ele. Logo depois que acabou a tão esperada final, lançaram um vídeo na internet. O que seria esse vídeo? É um filme de 6 minutos que o jogadores assistiram antes de entrar em campo. Eu que não iria jogar fiquei emociado, imagino o jogador estava vivendo aquilo. Eram os 90 minutos mais importantes de suas vidas. Era ou era. Ou vai, ou vai! É ou é! Sem meio termo. A derrota na final do ano passado ainda estava engasgada na garganta de alguns daqueles jogadores. Continuo sem palavras para os 6 minutos e 8 segundos que acabei de assistir.

Isso é publicidade! Mostrar-se presente antes e depois. Todo tempo. Toda hora.

Vou parar de falar besteira. Aproveitem.

http://www.youtube.com/watch?v=1b6gdme-XSM

(Como o vídeo é em widescreen e o blog não consegue gerar uma boa visualização, estou colocando o link direto para que todos possam ver o Coringão na melhor resolução possível. Não deixe de ver por causa de um mero clique)


“Corintiano sofredor, graças a Deus!”

Fiel Torcida


BEYComm Sport Club Corinthians Paulista, vulgo, Timão

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Grande idéia. Grande ação. Grande visibilidade.

Quão distinta pode ser uma ação de marca? Quão ousada deve ser para atingir grande público? E quão planejada e criativa deve ela ser?

Este exemplo é fantástico.

A Ação foi realizada pela Ogilvy Portugal para a WWF.

O objetivo era alertar as pessoas sobre a extinção da águia.

Talvez ficou marcada para mim pois admiro muito a Ogilvy, muito pela história de David Ogilvy, como também por admirar a instituição WWF. Que seja...

- mobilizar muita gente;

- mexer com a paixão de milhões de pessoas;

- conseguir atingir não torcedores do Benfica e mesmo quem não gostasse de futebol;

- conseguir mídia espontânea;

- não trabalhar com mídias comuns;

- tornar a ação uma experiência;

- lembrança total de marca.

Alguns tópicos, dentre muitos, que se percebe na ação.

A mensagem deste post é ser ousado.

As grandes idéias à primeira vista podem parecer loucura. Quando começam a ser executadas parecem impossíveis de terminá-las, mas quando são concluídas percebe-se que são geniais e que todo o esforço valeu.

Ahh,esta ação ganhou leão de ouro em Cannes 2008 na categoria Promo.

"O trabalho duro nunca matou o homem. Os homens morrem de tédio, conflitos psicolôgicos e doenças." David Ogilvy.


[BEYComm Ousadia]

segunda-feira, 22 de junho de 2009

10+8

Os próximos 6 parágrafos vão ser dedicados à uma pessoa que está fazendo aniversário hoje e me pediu um post. Olha que bonito, um post como presente. Sempre quis ganhar um carro de 18 anos e não um post. Eu ia dar um carro, mas já que ela insistiu tanto no texto, está aqui.

Não estou aqui para ficar daquele blá-blá-blá que todos falam, vou falar de duas coisinhas que acontecem aos 18.

Que beleza, 18 aninhos. A idade da maturidade e da tristeza. Maturidade porque você tem responsabilidades rígidas a seguir, inclusive perante a Lei. E tristeza porque você vai querer voltar no tempo dos seus 15 anos e não vai conseguir. Vai ver que beber escondido era bem mais legal, ter um RG falso, fingir que estava bêbado (mesmo não sabendo nem o que é isso), pegar o carro do pai escondido, e fazer outras milhões de coisas que um adolescente fora da lei podia fazer. Já pode começar a sentir saudade daquele friozinho gostoso na barriga, bem de jovem que fez coisa errada, perdeu. Claro, se você roubar um banco vai sentir algo parecido.

Ter 18 anos é muito bom, admito. Você vivência o mundo de outra maneira. Tudo baléla! Isso não tem nada a ver com a idade, e sim, com a pessoa. Viver o mundo de outra maneira, não depende de idade, sexo, cor, tamanho ou conta bancária, depende de você, Jéssica.

Viajar, crescer, aprender, tentar, errar, criar, rir, chorar, conhecer, descobrir, desbravar, acertar, ganhar, perder, construir, reconstruir, perdoar, amar.

Abaixo de 18 desafios, entre 17 vírgulas e 1 ponto. 18 palavras para mais 18 anos.


“Tudo o que aumenta a liberdade aumenta a responsabilidade”

Victor Hugo


BEYComm bolo, brigadeiro e uma bebidinha só pra esquentar.

 
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